quinta-feira, 20 de setembro de 2007

A vida é selvagem,
O amor é selvagem,
Deus é completamente selvagem.

Em memória dum momento feliz

Consumi todas as memórias que tinha tuas
Devoraram-me e eu a elas uma a uma
No final ficou só o desejo de ti
De te ver
De estar contigo
Mas tu tinhas desaparecido
Das memórias
Procurei(-te)
Em vão
Tudo o que ofereceras

Foi então que fiquei
Cego (ego ego ego)
Com ecos de loucura
De tanto querer
Mas este querer
Que vazio estava
Construiu em mim uma estátua
Que erigi
Contra o mundo inteiro
E parti para um novo rumo
Uma nova vida (uma nova ida)
Sem olhar para trás.
Plácido,
Num Domingo,
Nunca mais te quis esquecer.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Palavra do dia

consorte



do Lat. consorte

s. 2 gén.,
          pessoa que compartilha da sorte de outra*;
pessoa que é partícipe com outrem de direitos ou coisas;
o marido ou a mulher em relação um ao outro.

* Milan Kundera preferia falar em compaixão quando queria relacionar duas pessoas numa história de Amor. Esta visão do dicionário não me parece descabida de todo.
NOTA: Significação extraída de http://www.priberam.pt/dlpo/

...

O Amor é a melhor droga mas dá uma ressaca do caraças...

Infinitum

Lambe já essa merda toda
Esfrega o focinho com sagacidade
Rebola e cospe em toda essa seiva fresca
Coça até reabrir as feridas perfumadas
Regurgita esse bocado enorme de sempre
que recolhes e tornas incesantemente a engolir
Morde vorazmente esse tornado gigante da sua altivez que se aproxima
Puxa o gatilho e dispara...
 
Hey! Nao apontes para mim, nao apontes para ti
Aponta para o infinito.
 
 
 

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Spinning Round & Round & Round

With the sound ound ound ound ound
Of our heartbeats beats beats beats
Flying round ound ound ound
To the next beat eat eat eat

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

senhores, com assento...

hmmm...
senhores,,,

Esta historia repete-se, onde andam vossas cabeças
De que vos ouço sofrer. As vezes dá-me prazer ver-vos sofrer
A humilhação colectiva, as vossas interjeições

Ha, aH , Oh Ho,

é incrível como não mudamos
Politicas pedem-nos padrões de risko, verosímeis analises de espectro.
Doem-me vocês todos, consolidados ou desconstruidos,
vocês vexam-me as entranhas, expõem-nas, enfim...
entristesse-me compartilhar, UUuu Tão sensivél....
Tão molestado contador de histórias que agora só lhe
restam umas quantas postas de vergonha, de solidariedade.

Andamos há anos a negocciar as nossas fraquezas ....
A tirar borbotos do cú como se fossem ameixas sumarentas..
A paparmos tudo o que nos dão e a cagar frutos secos de 1a classe.

Nunca, imune a isto nunca, - com - dá +.