quinta-feira, 26 de maio de 2011

Escárnio & Maldizer

Soneto da Mocetona Pudibunda
 
Soneto localizado em um caderno onde poemas de Bocage e de Pedro José Constâncio
estavam misturados, não tendo se chegado em nenhuma conclusão definitiva sobre a
autoria do mesmo.

Levanta Alzira os olhos pudibunda
Para ver onde a mão lhe conduzia;
Vendo que nela a porra lhe metia
Fez-se mais do que o nácar rubicunda:

Toco o pentelho seu, toco a rotunda
Lisa bimba, onde Amor seu trono erguia;
Entretanto em desejos ardia,
Brando licor o pássaro lhe inunda:

C'o dedo a greta sua lhe coçava;
Ela, maquinalmente a mão movendo,
Docemente o caralho embalava:

"mais depressa" — lhe digo então morrendo,
Enquanto ela sinais do mesmo dava;
Mística pívia assim fomos comendo

segunda-feira, 16 de maio de 2011

terça-feira, 10 de maio de 2011

terça-feira, 19 de abril de 2011

Dois

Eram dois grandes Homens como deve de ser:
 
Activos,
Viajados,
Sábios,
Lúcidos,
Incisivos,
Alegres,
Laboradores, 
Curiosos
e humildes. 
 
Ambos com um coraçao enorme.
 
Um embrenhado no Amor,
 
O outro à procura dele

segunda-feira, 7 de março de 2011

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011